Secretaria Municipal de Saúde

Adultos devem estar em dia com quatro vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde

Quando foi a última vez que você tomou vacina? Para muitos, a resposta exata a esta pergunta não é lembrada. Embora as campanhas do Ministério da Saúde tenham grande destaque para a vacinação de crianças e idosos, os adultos (de 20 a 59 anos) devem estar atentos à recomendação de quatro vacinas: “Hepatite B”, “Febre Amarela”, “Tríplice Viral” e “Dupla Adulto”. Todas essas vacinas estão disponíveis nos postos de saúde de Araucária; o morador precisa entrar em contato com a unidade de saúde mais próxima da casa para saber sobre o horário de aplicação da vacina. 

De acordo com o Ministério da Saúde, são recomendadas aos adultos (20 a 59 anos): vacina contra Hepatite B (três doses - se não tiver tomado quando mais jovem), vacina contra febre amarela (uma dose se nunca tiver sido vacinado), vacina Tríplice Viral (contra rubéola, caxumba, sarampo - se não tiver tomado antes, são duas doses na faixa etária de 20 a 29 anos ou uma dose na faixa etária de 30 a 49 anos), vacina Dupla adulto (contra difteria e tétano – é preciso tomar o reforço a cada 10 anos).

Atenção - É muito importante destacar que a orientação de um profissional de saúde é fundamental já que, em alguns casos, a vacinação não é indicada (como pessoas com histórico de reação alérgica grave). A carteira de vacinação é um importante documento que deve ser bem cuidado e apresentado na unidade de saúde. É o registro de vacinação na carteira que define a necessidade de vacinação (ou novas doses). Visando garantir a proteção, a orientação é vacinar as pessoas que não têm registros vacinais, ou seja, quando há falta de comprovação de histórico vacinal. 

Em caso de dúvida, o morador pode se dirigir a um posto de saúde para receber as devidas orientações. Uma dica para otimizar o tempo é: quando levar uma criança para vacinar, o pai/mãe ou outro responsável também levar a sua carteira de vacinação para ver se está atualizada.

Cuidados - Informações do Ministério da Saúde mostram que os casos de tétano, por exemplo, que é uma doença infecciosa e não contagiosa, 66% das situações por perfuração são em membros inferiores; um alerta para o hábito de andar ou trabalhar descalço. Cerca de um terço das ocorrências de tétano tem origem na própria residência. 

Dentre as doenças contagiosas, o sarampo é a grande preocupação do momento já que o Brasil voltou a registrar casos da doença (incluindo mortes) que havia sido eliminada do país na década de 90. A baixa procura por vacinas disponíveis nas unidades de saúde é apontada como motivo para este retorno da doença. O sarampo é uma doença, infecciosa, grave, transmissível e extremamente contagiosa, mais comum em crianças. A vacina Tríplice Viral é considerada pelo Ministério da Saúde como a única medida de prevenção eficaz contra o sarampo (ela também protege contra a rubéola e a caxumba).

A exemplo do sarampo, há várias doenças que são transmitidas ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Por isso é importante lembrar que nada substitui a vacinação, mas manter hábitos de higiene (como o simples hábito de lavar as mãos com água e sabão) ajuda muito na prevenção.

Data da Publicacão: 09/07/2018